segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Despedida



Quando escolheu ficar com ela, não pensou nos corações que despedaçou?

Quando beijou os lábios dela, não lembrou de algum mundo que desabou?

Não irei mais chorar, afinal, aprendi que não vale a pena amar. Não alguém como você.

Quando olhávamos o pôr-do-sol, você olhou em meus olhos e prometeu. Mas parece que com ela você simplesmente esqueceu tudo que passamos juntos.

E todas as vezes que te fiz parar de chorar me causaram um arrependimento tão grande que seria capaz de me matar.

Não posso mais dizer que você é minha razão de viver

Quando você me deixou, ela provavelmente achou que estaria livre para fazer o que quisesse com seu coração. Ah, doce ilusão.

Eu não me importo com o que deve ser feito. Só quero um coração pulsando novamente em meu peito, remendado, nunca inteiro.

Se quer saber o por que, olhe-se no espelho. Mesmo depois do que você fez, grande parte dele ainda está com você.

Não me olhe! Dê as costas e não chore. Eu não choraria.

Isso que estou fazendo não é viver. É sobreviver com a lembrança de um amor que não existe, acabou.

Pensei que você simplesmente fosse se desiludir e voltar. Mas parece que cada dia você parece mais vivo, feliz... E já não se preocupa mais em me ligar.

Agora eu sinto como se tudo isso fosse minha culpa. E talvez você não note, mas eu sangro toda vez que você aparece com uma nova desculpa.

Desajeitada, desarrumada, bagunçada, apaixonada. Mas eu sei que para você isso não significa simplesmente nada.

Meu conto de fadas acabou, minha força esgotou, minha esperança sumiu e meu coração ruiu.

Não me resta mais nada a fazer, além de chorar e escrever esta carta que manchada de sangue você vai ler.

Você a amou, não é sua culpa. Mas não chore por quem matou.

Essa despedida é tão infeliz porque você pensou que tinha seu final feliz.

Não tente me impedir de dar o final dessa noite.

Eu te amei como você nunca me amou.

Volte e pense nos sonhos que matou.

Não minta, não chore, não se arrependa, não deseje voltar, não mate mais uma vez como fez comigo.

O amor morreu,e nessa pequena despedida, lembre-se de quem escreveu essa despedida cheia de dor e rancor.

Daniele Sant’ Helena

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A Vingança


Não lembre de mim quando sorrir,
da sua felicidade eu quero estar distante!!!

Eu quero estar ausente,
nos momentos triunfais da sua vida.

Deixe-me fora do seu pensamento,
não lembre de mim quando sorrir,
Mas não me esqueça quando sofrer...


†Sandra Ribeiro†

Malditos antidepressivos! Não prestam para nada! Só servem para te deixar entorpecido!

Sabe o que é te darem uma dose maior do que a devida? Sabe o que é ficar quase inconsciente por remédios? Sabe o que é chorar até se acabar? Sabe o que é não ter mais lágrimas? Sabe o que é chorar todos os dias? Sabe o que é ter sua vida destruída? Acho que não.

Está cada vez mais difícil enganá-los. Meu comportamento parece realmente agressivo, minha voz não se regula, a bipolaridade está quase insuportável. E graças a quem? Sim! Aquele idiota!

Mas eu não o culpo. Quem gostaria de uma idiota, sem criatividade, sem cultura, gorda, feia, chata, sem graça, preguiçosa,...?

domingo, 16 de novembro de 2008

Find me...

Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile.aspx?pcy=0&t=0
Em seus sonhos
Em seus pesadelos
Em seu nascimento
Em seu funeral
Em sua cama
Em minha cama
Em sua casa
Em seu quarto
Todo o lugar
Todo o tempo

sábado, 8 de novembro de 2008

Algumas Frases...

'Eu queria que todo o meu corpo pudesse dissolver-se em lágrimas! Queria poder transformar-me em lágrimas e desaparecer, lambida por alguma cachorrinha no colo de alguma menina em algum lugar distante...”

“Como pode passar, assim, de amado a maldito dentro do meu coração? Como é que um coraçãozinho de nada como o meu pode guardar tanta paixão e tanta raiva ao mesmo tempo? Como é que cabe tudo isso? E de que adianta tanto desespero?”

“Uma das metades do amor que eu ainda consigo sentir é por ele”

“Duvida do brilho da estrela e até do perfume da flor; duvida de toda a verdade, mas nunca do meu amor”

“Se um romance não é bom, eu posso deixar de lê-lo. Mas e a vida? Como deixar de vivê-la? Afinal de contas, eu sou uma pessoa ou sou uma personagem de uma vida mal-escrita? Quer dizer que eu existo e as personagens não? Mas uma personagem pode viver para sempre. Na cabeça das pessoas que as lêem, elas duram séculos, são eternas. E eu? Estarei esquecida daqui a alguns anos? Toda essa dor, daqui a alguns anos, não terá mais sentido para ninguém? E então? Quem existe mais? Uma pessoa ou uma personagem? É fácil se uma personagem, difícil é ser uma pessoa...”

“Você sabe o que é ser normal? Eu lhe digo o que você ‘acha’ que é ser uma garota normal. É ficar pendurada em seu braço e ser apresentada a seus amigos como a sua namorada. É fingir que não deixa, mas sempre acaba deixando quando você quer avançar o sinal. É lhe dar um beijo de boa noite e ficar sonhando com você quando você não está por perto. É lhe telefonar uma vez por dia, só para que você saiba o que eu estou fazendo quando você não está olhando. É mostrar que tenho orgulho de você, cada vez que você consegue aparecer com o carro do seu pai. É não fazer planos para mim mesma, mas participar de todos os seus planos para o futuro. É imaginar-me como um complemento de você, para o resto de nossas vidas. É ficar feliz quando você está feliz, é tentar tirar-lhe da fossa nos seus momentos de tristeza...”

“Quais são seus planos? Eu faço parte deles, não é verdade? Você quer entrar para a faculdade e quer que eu fique esperando por você, não é? E fazendo um enxoval, como fez sua mãe, não é? E depois? Formado, quer que eu me case com você? Para viver feliz por alguns anos, envelhecendo e engordando, até que você arranje uma amante mais jovem, que o ‘compreenda melhor’?”

“Estou com Filhinha no colo. Se quiser, pode levá-la. Assim, não precisará de outras cadelas que o acompanhem na clausura! Vá ser padre!”

“Brincadeira? Como posso estar brincando? Você vê alguma boneca por aqui? Menininhas devem brincar com bonecas! Você gosta de brincar com bonecas? Talvez prefira um tipo de boneca especial... Com esse tipo de boneca eu nunca brinquei...”

“Você é uma boneca? Se for, eu posso brincar com você. Mas, se você for, será uma boneca velha. E eu não gosto de bonecas velhas! Você também não gostaria, se tivesse a minha idade.”

“Está vendo? Nem todos os documentos aqui são de papai. Este daqui é meu. Aqui diz que eu nasci. Deve ser verdade. No dia tal, a tal hora. Diz até quem é o meu pai e a minha mãe. Está escrito, assinado e carimbado. Então deve ser verdade. E eu devo acreditar. Mas, e se não for verdade? E se tiverem feito esse documento só para me enganar? Eu posso até ser filha de outro pai e de outra mãe. Posso até nem ter nascido! Já pensou nisso? Os documentos não deveriam mentir.”

“O que ela entende das paixões dos outros para se emocionar dessa maneira pelo desespero que nunca sentiu?”

“O mundo todo é uma prisão. Uma prisão composta de uma porção de celas, de calabouços, cercada de grades, compromissos. E esta casa é a mais fechada de todas as prisões.”

“Mentiroso... Um lindo mentiroso... Todos aqui sabem o que você quer de mim... Não Quer falar nada. No máximo, quer gemer um pouco e escutar meus gemidos, enquanto faz outras coisas... Não é o que todos querem?”

“Vá ser padre! Como padre você pode me sentir de uma oitava maneira. Com sua imaginação. Guarde-me na sua imaginação. Guarde-me na sua memória, para sempre. Esqueça essa garota que você está vendo agora. Para sempre! Para sempre! Para sempre!”

“Ainda há lugar para remorso no seu coração. Chora! Que esse remorso se transforme em veneno e o inunde por dentro!”

“Lembrar-me? Sou eu que tenho de me lembrar? Eu me lembro de muitas coisas. Eu me lembro de tudo, o tempo todo. Você é que parece se esquecer.”

“É isso que eu quero. Partir seu coração e jogar fora a metade pior. Você viverá melhor com a metade que presta. A metade que eu amo. A outra dê a ela! Ela tem duas metades iguais dentro do peito. E nenhuma das duas vale nada!”

“Estou enterrada. E ninguém visita meu túmulo para trazer flores. Como um cadáver deve sentir-se sozinho debaixo da terra! Apodrecendo sozinho, sem ver o rosto de sua visita de domingo, que lhe traz flores...”

“Sonhar sempre o mesmo sonho é como reviver sempre a mesma vida. Para quê? Para corrigir os erros cometidos a cada nova oportunidade? Eu não posso tentar isso. Meu único sonho é um pesadelo. Protagonizado sempre pelo mesmo fantasma. E os fantasmas são imutáveis. São teimosos. Ninguém pode mudar um fantasma.”

“Que estou fazendo? Que alegria é essa? Devo jogar-me em seus braços, como se nada tivesse acontecido? Jogar-me nos braços dele e jogar fora toda a encenação que me protege? Retornar à razão? E quem serei eu, se não for louca? Como viver naquela casa? Dormir e comer apenas, como se somente para isso eu tivesse nascido? Quem serei eu sem a minha loucura? Um animal, nada mais. Eu tenho um raciocínio além de um estômago. E isso um animal não tem. E meu raciocínio tem de ser louco para continuar lúcido.”

“Bombons? Você não deveria ter trazido bombons. Aos mortos, mandam-se flores, não bombons.”

“A verdade? Você conhece todas as verdades que devem ser conhecidas. Mas a verdade tem várias versões. Como saber qual delas é a verdadeira?”

“Aqui ninguém quer provas. Ninguém pede a opinião dos loucos. A verdade deste hospício só tem uma versão. Quem chora, quem se lamenta, que clama por socorro é louco. Quem aplica choques, quem invade as veias com venenos calmantes, quem amarra pessoas na cama é sadio. Assim está combinado. Então é assim que deve ser, não é?”

“Aqui está, uma violeta... é a flor da fidelidade. Mas também é a flor da tristeza, que devia morar em sua consciência.”

“Aceite esta pequena margarida, o ovo frito dos jardins... A flor que finge ser flor...”

“Shhh... Silêncio. A morte é silêncio.”





By Dark Angel

Uma pequena música que estou escrevendo


Just wanna break your heart

Wanna hurt your skin

Make you feel so bad

Make bleed your lips


Don't target me

Don't tell me who I should be

Don't try pretend to me

'Cuz I'm changing the world


[...]


Don't try to pretend

Don't try to forget

Don't try run away

'Cuz I'm changing your world


By Dark Angel

domingo, 19 de outubro de 2008

Irremediável


Me apaixonei. Agora é irremediável. Achei que tudo bem, que em pouco tempo eu o esqueceria, nem lembraria como eram seus beijos. Me enganei

Foi só tentar outro garoto que começaram as lembranças. O jeito que ele me segurava, o sabor do beijo, o cheiro dos cabelos, as tantas vezes que ele estava meio triste e eu queria poder trocar de lugar, sentir sua dor por inteiro... Ou boa parte dela

Sabe quando você daria tudo para não ver uma lágrima escorrendo pelo rosto da pessoa, mas enquanto você chora ela finje que não vê? Ou quando vem com aquele tom falso: "O que houve"? Também tem o caso de a pessoa acabar com você, dizer que está sentida e menos de um mês depois, diz ter levado um novo fora

Eu não quero isso para mim! Quero dizer: "Agora finja que eu tive amnésia. Lembro da escola, dos amigos, das matérias... Mas não lembro nada de nós"

Todas as risadas, as brincadeiras, os "micos", as juras, quero esquecer tudo! O cheiro do cabelo, o sabor dos beijos, a suavidade do toque.. TUDO

Ele nunca soube o que importava para mim, o quanto eu gostava dele, tudo que eu faria... Apaixonada

E... Poxa, eu gosto demais dele. O que eu pensei ser só uma coisa passageira se transformou em amor. Eu o amo. Todas as vezes que disse "eu te amo" ficava com medo de estar falando da boca para fora, sem realmente sentir algo forte. Mas acabou sendo forte demais

Agora acabou. Estou irremediavelmente... Apaixonada


By Dark Angel

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A Sessão Vermelha


Sessão Vermelha: Hora utilizada para os cortes. Em geral, são feitos por uma lâmina em locais não muito visíveis como:

Pernas: A calça jeans ajuda nessas horas
Ombros: Nada de regatas, só camisetas de manga
Pulsos: Luvas sem dedos são úteis
Barriga: Sorte não ser uma patricinha ridícula, não tenho que usar coisas a cima do umbigo

Lembro que uma vez, durante a Sessão Vermelha, estava deprimida, com raiva. Tanta que acabei cortando uma veia. Ainda tenho a cicatriz


By Dark Angel

domingo, 12 de outubro de 2008




Mais um dia irritante. Parece que nada está dando certo. Sou obrigada a suportar que amo um idiota que se acha.
Maldito amor. Amores diferentes. Amor por David Desrosiers é uma coisa. Amor por Pierre Bouvier é outra. Amor pelo E. é uma coisa totalmente diferente.
Ele vive dizendo que eu banco a menina sofredora. Eu não banco a menina sofredora. Ele que é o rouxinol da família, criado em uma gaiola de cristal cravejada de diamantes com vários poleiros de rubis!
Não sabe o que é ser o corvo criado em uma gaiola enferrujada, com apenas um poleiro gasto pelos treze anos de sofrimento! Uma gaiola feita de dor, trancada por sofrimento e coberta de solidão. Uma gaiola antiga, mas resistente, capaz de prender e enlouquecer qualquer um.
Ele se acha muito forte, mas não agüentaria mais que cinco minutos na minha vida! Mesmo se levasse consigo todos suas pedras preciosas.
O fato de eu amá-lo não me impede de achar algumas coisas:
1) Ele é um bobão, acha que sabe tudo das garotas, incluindo o que elas pensam
2) Se acha engraçado, mas as piadinhas...
3) Não suporta críticas
4) Tem um estranho prazer em apanhar de mim *só pode*

Sou louca por ele, mas sempre o achei um riquinho mimado, que sempre teve tudo que quis, que nunca vai entender o que realmente é sofrimento. Por que somos tão diferentes? Bom, terei de interromper aqui. Está na hora da Sessão Vermelha


By Dark Angel

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Um pouco sobre... Um Anjo Negro



Bom, essa é minha primeira postagem aqui... E eu não sei o que dizer! Sou uma garota que gosta muito de:


*SIMPLE PLAN


*My Chemical Romance


*Good Charlotte


*Green Day


*Panic At The Disco


*Fall Out Boy


*30 Seconds to Mars


*Evanescence


*Fresno


*Nx0




Bom, eu não sou ninguém, só uma garota que ninguém gosta, uma garota idiota que se apaixonou por quem não devia. Uma garota que ignorou os avisos e quebrou a cara!


"Ele é tão lindo... Sou capaz de observar aqueles olhos castanhos até o fim dos dias. Maldita vontade quase incontrolável de ter os cabelos dele entre os dedos, provando-lhe delicadamente a pele com os lábios, sentindo o corpo dele pressionar o meu com força... Não, não! Malditas vontades! Maldita hora em que parei para prestar atenção nos lábios dele!"


Eu sou apenas o Anjo dos seus pesadelos, que vai te assombrar por muito tempo.E, quando estiver deitado em seu caixão, pensando estar livre, aí sim aparecerei. E você poderá realmente me sentir


Às vezes, eu sinto como se eu fosse um corvo. Um corvo preso, engaiolado.


"Presa. É como ser um pássaro numa gaiola. Uma gaiola úmida, fria, incolor. É a descrição exata de minha vida. É controlada demais, cheia de regras, sem exceções, sem a mínima liberdade"


E, por mais que eu ainda goste daquele rapaz, o acho um idiota que pensa que sabe tudo das garotas. E é um garotinho mimado demais que acha que eu banco a sofredora!


"- Você que é o rouxinol da família, criado em uma gaiola de cristal cravejada de diamantes com vários poleiros de rubis! Não sabe o que é ser o corvo criado em uma gaiola enferrujada, com apenas um poleiro gasto pelos treze anos de sofrimento! Uma gaiola feita de dor, trancada por sofrimento e coberta de solidão. Uma gaiola antiga, mas resistente, capaz de prender e enlouquecer qualquer um. Você se acha muito forte, mas não agüentaria mais que cinco minutos na minha vida!"
Até a próxima!
O.B.S.: Esses trechinhos foram retirados de uma de minhas histórias. Essa é uma das poucas que não tem putaria

By Dark Angel